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	<title>Participações Categorias - Sobre Maternidade</title>
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	<description>Experiências e Vivências de uma Mãe</description>
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	<title>Participações Categorias - Sobre Maternidade</title>
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		<title>Cáries no bebê: transmissão pelo beijo.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Colli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2015 03:29:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assuntos de Mãe]]></category>
		<category><![CDATA[Participações]]></category>
		<category><![CDATA[Profissionais]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Cuidados]]></category>
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		<category><![CDATA[Doenças bucais no bebê]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Olá mamães! &#160; No post de hoje contamos com a participação especial da Dra. Camilla de Marchi Sanches Azevedo (cirurgia dentista) para falar sobre cáries no bebê. Ela nos trouxe muitas informações interessantes sobre alguns &#8220;hábitos perigosos&#8221; que muitas vezes acabamos descuidando (pelo excesso de amor e de fofura). O post é um alerta para ... <a title="Cáries no bebê: transmissão pelo beijo." class="read-more" href="https://www.sobrematernidade.com.br/caries-no-bebe-transmissao-pelo-beijo/" aria-label="Read more about Cáries no bebê: transmissão pelo beijo.">Ler mais</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1>Olá mamães!</h1>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">No post de hoje contamos com a participação especial da Dra. Camilla de Marchi Sanches Azevedo (cirurgia dentista) para falar sobre cáries no bebê. Ela nos trouxe muitas informações interessantes sobre alguns &#8220;hábitos perigosos&#8221; que muitas vezes acabamos descuidando (pelo excesso de amor e de fofura). O post é um alerta para refletirmos um pouco sobre as nossas manias de beijar os “filhotes” na boca. Confira todos os detalhes!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Desde os primórdios da humanidade o beijo é uma das principais formas de afeto, e quando se trata de bebês vira quase uma compulsão beijar, abraçar, cheirar&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje trataremos sobre um tema um pouco polêmico e que talvez algumas mamães não gostarão! Lembro que o intuito é orientar e alertar sobre algumas doenças que podem ser transmitidas por nós aos pequenos mesmo sem saber. Além disso, abordaremos as cáries no bebê.</p>
<p style="text-align: justify;">A principal doença transmitida dos adultos para os bebês no contato pelo beijo é a cárie! Simmm, cárie dental é transmissível, portanto, eu me sinto no direito de “puxar as orelhas” daqueles que beijam seus bebês na boca.</p>
<p style="text-align: justify;">A Cárie é uma doença infecciosa, transmitida pela saliva, sendo o beijo uma das principais formas de transmissão. As crianças, principalmente de 6 meses a 4 anos, são mais propensas a “contrair” a doença pois nesta fase elas entram em contato com muitas bactérias  e o sistema imunológico ainda não esta totalmente amadurecido .</p>
<p style="text-align: justify;">Uma simples colher contaminada por uma pessoa infectada pelas bactérias da cárie pode abrigar milhares delas. Portanto, o adulto deve evitar compartilhar talheres, até mesmo assoprar a comida ou provar a papinha e utilizar a colher novamente para evitar a transmissão das bactérias para os pequenos. Em uma oportunidade próxima falaremos melhor sobre a cárie nos bebês.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Infelizmente não é só a cárie que pode ser transmitida pelo beijo na boca , existem inúmeras doenças, citarei as principais:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Herpes labial:</h2>
<p style="text-align: justify;">Causada por um vírus, que se manifesta de tempos em tempos e que não tem cura. A Herpes, assim como a cárie pode ser transmitida pelo contato direto ou indireto através de objetos contaminados com o vírus. Como é uma doença que apresenta sintomas clínicos esporadicamente a maioria da população (acredita-se que 90% possua o vírus em forma inativa) não sabe que possui.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Lembrando que</strong> para ser transmitida deve haver lesões herpéticas ativas. Quando há infecção a criança pode apresentar febre, irritabilidade, dor e coceira na região afetada, o que torna mais difícil a cura, pois as “bolinhas” são carregadas do vírus e se, quando coçada a lesão romper ela pode ser espalhada a outras regiões pela mãozinha contaminada com o vírus.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">AIDS:</h2>
<p style="text-align: justify;">Doença causada por um vírus que diminui drasticamente as defesas do corpo, deixando-o vulnerável a uma série de doenças. Neste caso, a AIDS pode ser transmitida pelo beijo na boca, somente se houver cáries ou feridas nos lábios ou no interior da boca.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Sífilis:</h2>
<p style="text-align: justify;">Uma doença de difícil tratamento, que pode levar a complicações como meningite, doença renal e outras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Mononucleose (também é conhecida como “doença do beijo”):</h2>
<p style="text-align: justify;">Causada por um vírus que se instala no organismo, e assim como a herpes, permanece no indivíduo a vida toda. As formas de transmissão são as mesmas, beijo, o habito de compartilhar objetos, saliva, etc. Esta doença pode levar a complicações sérias no fígado, faringe e gengiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Salientando que</strong>, como estas doenças podem ser transmitidas pelo beijo, a melhor forma de evitar o contágio é não beijar a criança nos lábios, não compartilhar talheres e etc.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">As doenças e o tema das cáries no bebê foram descritas de forma resumida, havendo quaisquer dúvidas estou à disposição.</p>
<p><a href="https://www.sobrematernidade.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Camila1.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5632" src="https://www.sobrematernidade.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Camila1-650x268.jpg" alt="Camila" width="720" height="297" /></a></p>
<h5>Beijinhos!</h5>
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		<title>Ser pai é padecer no paraíso: Relatos de um pai de primeira viagem!</title>
		<link>https://www.sobrematernidade.com.br/ser-pai-e-padecer-no-paraiso-relatos-de-um-pai-de-primeira-viagem/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Colli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2015 02:59:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assuntos de Mãe]]></category>
		<category><![CDATA[Conte-nos suas experiências]]></category>
		<category><![CDATA[Participações]]></category>
		<category><![CDATA[Dia dos pais]]></category>
		<category><![CDATA[Pai de primeira viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Pai e filho]]></category>
		<category><![CDATA[Participação do papai]]></category>
		<category><![CDATA[Relatos de um pai]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje, no blog “sobre maternidade”, falaremos “sobre paternidade”. A pedido da Aninha, quem irá escrever o post de hoje sou eu, o papai do Francisco! O tema? Ser pai é padecer no paraíso: Relatos de um pai de primeira viagem! Já que faz um ano que ele nasceu [o Chiquinho], achei interessante fazer um breve relato ... <a title="Ser pai é padecer no paraíso: Relatos de um pai de primeira viagem!" class="read-more" href="https://www.sobrematernidade.com.br/ser-pai-e-padecer-no-paraiso-relatos-de-um-pai-de-primeira-viagem/" aria-label="Read more about Ser pai é padecer no paraíso: Relatos de um pai de primeira viagem!">Ler mais</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Hoje, no blog “sobre maternidade”, falaremos “sobre paternidade”. A pedido da Aninha, quem irá escrever o post de hoje sou eu, o papai do Francisco! O tema? Ser pai é padecer no paraíso: Relatos de um pai de primeira viagem!</p>
<p style="text-align: justify;">Já que faz um ano que ele nasceu [o Chiquinho], achei interessante fazer um breve relato das mudanças sentidas na minha própria pele.<br />
Seguindo o clichê, ser pai (também) é padecer no paraíso. Mas engana-se quem pensa que a nova etapa da paternidade inaugura-se com o nascimento (e toda aquela sensação de pânico por nunca ter trocado uma fralda antes). Os “efeitos” da paternidade começam a ser sentidos muito antes. A meu ver, começam no dia em que a sua mulher lhe entrega o exame de gravidez com aquela cara de “vem um beijo ou não?” ou ainda quando ela acorda, faz o tal do teste da fita, e sai gritando do banheiro, enquanto você sonhava, “ESTOU GRÁVIDA! ESTOU GRÁVIDA!”.</p>
<p style="text-align: justify;">Pra quem não espera a notícia, a novidade pode cair como um banho de água fria em um dia de nevasca. Para outros, como é o meu caso, como uma dádiva divina. Mas e aí, passado o tal pavor ou a divina euforia, vem a pergunta que recai sobre todos os pais. Vem a questão das questões, a questão que nem Leonardo da Vinci, Platão, Einstein ou o Sheldon poderiam responder. A pergunta mais intrigante do Universo: “E agora, José”?</p>
<p style="text-align: justify;">E agora segura na mão de Deus e vai, filho, err&#8230;, digo, pai! É preciso ter culhões pra ser pai. Não estou dizendo que a atividade seja trabalhosa a ponto de ser um desprazer. Não é isso. Quero dizer que ser pai é ser “homem” (e não no sentido machista ou preconceituoso do termo). Não. Quero dizer que a paternidade separa “homens” de “garotos”. Em outras palavras, a responsabilidade que recai sobre o “pai fresco” faz com que ele tenha que amadurecer, a marteladas, de um dia pro outro. A paternidade dicotomiza (separa) os “velhos jovens” e os “jovens velhos” dos garotos.</p>
<p style="text-align: justify;">E eu quero explicar porque chego a esta conclusão. Mesmo para os mais indiferentes, a paternidade causa impacto. Não se trata de notícia à la opa, veja, uma pedra! ou <em>just another day in the ordinary life</em> (mais um dia no dia a dia habitual). Não. O “+” no exame de gravidez ou a estridência nos seus tímpanos com a gritaria [lembram do “ESTOU GRÁVIDA!”?] são um soco no estômago dos menos desavisados [pior ainda dos despreparados]. E é esse soco, da mais pura e crua realidade, e da mais profunda e inexplicável essência da vida, que dicotomizará, que separará, os jovens, indiferentes às responsabilidades, e os (velhos) [no sentido etário e no sentido da habitualidade] “aventureiros” dos “homens”.</p>
<p style="text-align: justify;">A paternidade traz consigo um fardo, sim. Para os amantes da máxima liberdade ela traz um fardo maior ainda. Cuidar de um novo ser &#8212; vejam esse novo ser como um pedaço seu (pelo menos 50% de sua constituição) &#8212; exige comprometimento. É preciso saber que esta criança, seu(sua) filho(a), pedaço seu, demanda atenção, demanda tempo, demanda respeito e, mais do que tudo, ela(e) depende do seu amor.</p>
<p style="text-align: justify;">Pelo menos por uns bons anos, enquanto ela não possuir a capacidade de autodeterminação e autoconhecimento, e enquanto ela não dispensar cautela para as funções básicas da vida (comer, beber, caminhar e fazer suas necessidades), a criança precisará de observação dos pais. E neste ponto, a demanda por atenção das crianças durante os primeiros anos irá cercear (reduzir) boa parte da liberdade que os pais tinham.</p>
<p style="text-align: justify;">O choro noturno, matinal e vespertino irão lhe tirar o sono. A necessidade por cuidados básicos lhe impedirão de fazer todas as mesmas coisas que se fazia antes. O egocentrismo e o egoísmo (do “pai fresco”) serão, ao poucos, fragmentados a pauladas. Para aqueles que possuem uma estrutura psíquica adaptável, em uma espécie de amálgama moldável, o sofrimento poderá ser menos traumático. Porém, para os engomadinhos de estrutura egóica centralizadora, talvez seja insuportável. Para o egóico &#8212; e não o egocentrista &#8212;, a simples ideia de descentralização da energia de autopreservação e prazer é inadmissível. É neste ponto que a criança estará à mercê de um pai autoritário, indiferente e, possivelmente, diariamente revoltado.</p>
<p style="text-align: justify;">O cerceamento (redução) da liberdade trazido pela paternidade é, portanto, a meu ver, o maior medo de quem, na idade da maturidade humana, pensa em ter um filho. Será que poderei fazer todas as coisas que faço hoje? Será que terei condições de sustentar-me (inclusive meu ego)? O que acontecerá com a minha liberdade? E as possibilidades de experimentar novas experiências, situações, ou mesmo, pessoas? Continuarei fazendo tudo o que tenho vontade de fazer? Terei tempo pra tanto?</p>
<p style="text-align: justify;">Não há resposta pré-formatada para todas as questões acima. A paternidade é uma experiência pragmática, baseada na experiência. Nâo há método científico que a possa comprovar ou responder. A experiência não é reproduzível em semelhantes condições de local e tempo. Cada ser e cada interrelação (mantida com terceiros), a exemplo da relação pai e filho, é única. Porém, uma delas eu posso responder. A paternidade mitiga (restringe), sim, a sua liberdade. É preciso levantar mais cedo, aprender a trocar fraldas, ser indiferente com saliva, secreções, pedaços de comida e, algumas vezes, excrementos nas suas mãos e roupas. Quando você estiver no auge do prazer e deleite do seu hobby ou lazer, um sonoro “BUÁÁÁ!” lhe desviará a atenção e você terá que “pausar” o seu eu para atender outro pedaço de si mesmo: seu filho. Você está preparado para isso?</p>
<p style="text-align: justify;">Como disse antes, ser pai exige responsabilidade e autoconhecimento. Você terá que cuidar do seu filho, abrindo mão do tempo que dedicaria exclusivamente a si mesmo. É preciso conhecer-se para saber se conseguirá lidar com isso ou mesmo se está disposto a enfrentar esta situação. Se você responder negativamente, sugiro que (re)pense sobre os encargos da paternidade &#8212; se tiver a oportunidade, é claro, porque a surpresa é, não raras vezes, característica da gravidez. Você será o alicerce da vida de outra pessoa. Você doutrinará, para o bem ou para o mal, um semelhante. Você ajudará a moldar o mundo com as atitudes futuras do seu filho, talvez como um agente, como um líder.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"> <a href="https://www.sobrematernidade.com.br/wp-content/uploads/2015/08/amor-de-pai1.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-5123 size-full" title="Relatos de um pai de primeira viagem!" src="https://www.sobrematernidade.com.br/wp-content/uploads/2015/08/amor-de-pai1.jpg" alt="Relatos de um pai de primeira viagem!" width="458" height="611" srcset="https://www.sobrematernidade.com.br/wp-content/uploads/2015/08/amor-de-pai1.jpg 458w, https://www.sobrematernidade.com.br/wp-content/uploads/2015/08/amor-de-pai1-225x300.jpg 225w" sizes="(max-width: 458px) 100vw, 458px" /></a><a href="https://www.sobrematernidade.com.br/wp-content/uploads/2015/08/Pai1.jpg"><br />
</a><br />
<strong>Mas, diante de tanto comprometimento e esforço sintetizados em algumas poucas linhas, qual a relação do padecimento da paternidade com o paraíso? Onde o Éden se encaixa em toda esta tarefa sisífica? Ser pai é padecer no paraíso?</strong><br />
Novamente, a paternidade é pragmática. A experiência paterna relatada em palavras, com significantes e significados, seria incapaz de ser representada nos limites da linguagem. É preciso experimentar ser pai [e percebam, não estou sugerindo o aumento da taxa de natalidade].</p>
<p style="text-align: justify;">Da minha breve experiência como pai, desde o dia em que a Ana saiu gritando do banheiro [ESTOU GRÁVIDA! ESTOU GRÁVIDA!], puxando os meus pés na cama, posso lhes dizer, mesmo que por meio de palavras, que a paternidade desvelou-me o sentido da vida. Creio que ao invés de lhes dizer, na expressividade da escrita, o que sinto, seja melhor lhes relatar episódios para que as emoções floresçam individualmente em vocês leitores.</p>
<p style="text-align: justify;">Ser pai é levantar, bem cedo, e ver que seu filho está de pé no berço, há alguns minutos já, esperando você acordar. Quando ele vê que você o viu, ele abrirá um sorriso enorme e terá pequenos chiliques (batendo as mãos, pulando ou dando uma bruta gargalhada) de euforia.</p>
<p style="text-align: justify;">Ser pai é comprovar o jargão “nada é impossível”. Nada é, quando se é pai. Melhor dizendo, vai pai, te vira. Se for preciso, move-se o mundo para proteger ou dar o melhor para os nossos filhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Ser pai é procurar hábitos, sinais e características, físicas e comportamentais, semelhantes aos seus para, enchendo o peito e erguendo a cabeça, dizer: “Bah, igual a mim”.</p>
<p style="text-align: justify;">Ser pai é, mesmo sabendo do alerta dos profissionais da Psicologia, Pediatria e Psiquiatria, projetar nos filhos planos e sonhos que não foram realizados. De manhã, ele será surfista, de tarde, executivo e de noite, <em>skydiver</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Ser pai é saber que o seu maior aliado é a sua esposa. É saber que dividir tarefas não é o mesmo que ser indiferente às agruras da madrugada. É saber que na hora em que você estiver trabalhando, você poderá contar com ela para lhe ajudar na construção de uma excelente educação para o seu filho.</p>
<p style="text-align: justify;">Ser pai é sentir vontade de sair passear com o seu filho e orgulhar-se. É ver no seu filho um sem número de qualidades que você não tem. É saber que, se depender de você, ele terá um futuro promissor.</p>
<p style="text-align: justify;">Ser pai é desejar que o seu filho jogue videogame com você e consiga ser melhor que você em algum MMoRPG da vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Ser pai é receber um sorriso e um abraço forte quando você abre a porta no final da tarde depois de ter perdido uma liminar. Ser pai é sentar no tapete acolchoado do seu filho depois de 10 horas de trabalho e brincar por mais algumas com ele.</p>
<p style="text-align: justify;">Ser pai é saber equilibrar horas de trabalho com horas de vida em família.</p>
<p style="text-align: justify;">Ser pai é viajar com seu filho para um lugar legal e tirar mil fotos dele com a mãe.</p>
<p style="text-align: justify;">É saber que você reproduzirá a experiência a qual você um dia você foi submetido (como filho). É identificar e filtrar o que de bom irá reproduzir e oferecer também. Ser pai é experimentar!<br />
<strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Parabéns a todos os pais, reais ou pretensos, por todo o seu esforço! Somos o alicerce dessa gurizada! Sei da responsabilidade com o futuro deles. Mas também estou ciente da recompensa diária que nos proporcionam e do amor que sentimos por eles.</strong><br />
<strong> Sejamos felizes em nossa tarefa diária paterna. Cada dia é um novo dia de experiência e surpresas!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.sobrematernidade.com.br/wp-content/uploads/2015/08/ss1.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-5127 size-full" title="Relatos de um pai de primeira viagem!" src="https://www.sobrematernidade.com.br/wp-content/uploads/2015/08/ss1.jpg" alt="Relatos de um pai de primeira viagem!" width="640" height="640" srcset="https://www.sobrematernidade.com.br/wp-content/uploads/2015/08/ss1.jpg 640w, https://www.sobrematernidade.com.br/wp-content/uploads/2015/08/ss1-150x150.jpg 150w, https://www.sobrematernidade.com.br/wp-content/uploads/2015/08/ss1-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a></p>
<p><a href="https://www.sobrematernidade.com.br/wp-content/uploads/2015/08/Pai1.jpg"><br />
</a><a href="https://www.sobrematernidade.com.br/wp-content/uploads/2015/08/1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5124 size-large" title="Relatos de um pai de primeira viagem!" src="https://www.sobrematernidade.com.br/wp-content/uploads/2015/08/1-768x1024.jpg" alt="Relatos de um pai de primeira viagem!" width="618" height="824" srcset="https://www.sobrematernidade.com.br/wp-content/uploads/2015/08/1-768x1024.jpg 768w, https://www.sobrematernidade.com.br/wp-content/uploads/2015/08/1-225x300.jpg 225w, https://www.sobrematernidade.com.br/wp-content/uploads/2015/08/1.jpg 682w" sizes="auto, (max-width: 618px) 100vw, 618px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p><strong> Um grande abraço!</strong></p>
<h2 style="text-align: justify;">Maci!</h2>
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		<title>Participação da Leitora(o)!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Colli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2015 05:10:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conte-nos suas experiências]]></category>
		<category><![CDATA[Participações]]></category>
		<category><![CDATA[Experiências]]></category>
		<category><![CDATA[Papo de Mãe]]></category>
		<category><![CDATA[Participação da Leitora]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como o objetivo do blog Sobre Maternidade é dividir experiências e o nosso dia a dia, recentemente eu criei um espaço muito especial reservado para a Participação da Leitora(o)! Agora, você pode enviar as suas histórias (sobre parto, gravidez, enxoval, quarto do bebê, etc.), suas resenhas, testes de produtos, dicas sobre todos os assuntos que norteiam ... <a title="Participação da Leitora(o)!" class="read-more" href="https://www.sobrematernidade.com.br/participacao-da-leitora-2/" aria-label="Read more about Participação da Leitora(o)!">Ler mais</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Como o objetivo do blog <em>Sobre Maternidade</em> é dividir experiências e o nosso dia a dia, recentemente eu criei um espaço muito especial reservado para a Participação da Leitora(o)!</p>
<p style="text-align: center;">Agora, você pode enviar as suas histórias (sobre parto, gravidez, enxoval, quarto do bebê, etc.), suas resenhas, testes de produtos, dicas sobre todos os assuntos que norteiam a maternidade, enfim, tudo que você quiser dividir sobre o nosso mundo de <em>Super Mamãe (ou papai)!</em></p>
<p style="text-align: center;">Será publicado com muito carinho no <em>Menu Participações</em> (Conte-nos sua experiência), a história que você enviar!</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4 style="text-align: center;">“Tenho interesse! Como eu faço para enviar?”</h4>
<p style="text-align: center;">É super simples, você só precisa enviar a sua história (ou resenha, experiência), contar um pouco sobre você e mandar uma foto sua para o e-mail: <a href="mailto:contato@104.248.123.232">contato@104.248.123.232</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">Ficarei muito feliz em receber o seu contato! Vamos compartilhar!</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><em>Observação:</em> Serão publicados os <em>Posts</em> por ordem de recebimento em uma data especifica no mês. O conteúdo enviado deve ser condizente com a politica do blog, experiências pessoais (sem cópias de outros blogs ou sites).</p>
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<p>&nbsp;</p>
<h5 style="text-align: center;"><strong> Beijinhos!</strong></h5>
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		<title>Refluxo Gastroesofágico em Bebês</title>
		<link>https://www.sobrematernidade.com.br/doenca-do-refluxo-gastroesofagico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Colli]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2015 16:19:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Participações]]></category>
		<category><![CDATA[Profissionais]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Refluxo Gastroesofagico]]></category>
		<category><![CDATA[Refluxo no Bebe]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje vamos iniciar a série &#8220;Participações Profissionais&#8221; com algumas informações básicas  e muito interessantes sobre o tão famoso Refluxo Gastroesofágico (relatarei minha experiência num próximo post). Quem nos enviou essa reportagem foi a querida Dra. Gabriela Breitenbach dos Santos, formada em medicina pela Universidade Federal do Rio Grande (FURG). &#160; Refluxo Gastroesofágico em Bebês &#160; O ... <a title="Refluxo Gastroesofágico em Bebês" class="read-more" href="https://www.sobrematernidade.com.br/doenca-do-refluxo-gastroesofagico/" aria-label="Read more about Refluxo Gastroesofágico em Bebês">Ler mais</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Hoje vamos iniciar a série &#8220;Participações Profissionais&#8221; com algumas informações básicas  e muito interessantes sobre o tão famoso Refluxo Gastroesofágico (relatarei minha experiência num próximo post). Quem nos enviou essa reportagem foi a querida Dra. Gabriela Breitenbach dos Santos, formada em medicina pela Universidade Federal do Rio Grande (FURG).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4 style="text-align: justify;"><strong>Refluxo Gastroesofágico em Bebês</strong></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que é?</strong></p>
<p>É o retorno do conteúdo gástrico para o esôfago, ou seja, o alimento faz o caminho contrário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Existe dois tipos de refluxo um fisiológico e outro patológico:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>refluxo fisiológico</strong> acontece porque o trato gastrointestinal do bebê ainda está se desenvolvendo. Ele é ocorre em mais de 50% dos bebês nos primeiros meses de vida e não é uma doença. Ele melhora sozinho conforme o bebê cresce por volta 6 a 12 meses. Os vômitos não são muito volumosos, acontecem logo após as mamadas e o bebê tem ganho de peso adequado.</p>
<p style="text-align: justify;">Já o<strong> refluxo patológico</strong>, são regurgitações que chegam afetar a saúde do bebê e acontece em 8% dos bebês. Tem algumas características que precisamos cuidar e procurar o pediatra: Bebê não está ganhando peso, chora sempre após as mamadas, recusa a mamada. Alguns bebês chegam a ter problemas respiratórios de tanto vomitar.</p>
<p style="text-align: justify;">Existe ainda o<strong> refluxo oculto</strong> que não apresenta os sintomas clássicos como vômitos e regurgitações, fato que torna o diagnóstico mais difícil, pois os sintomas são inespecíficos como irritabilidade, choro constante, tosse, dentre outros.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como é feito o diagnóstico?</strong></p>
<p>O diagnóstico do refluxo é clínico isso quer dizer que o médico avalia os dados da história e do exame físico do bebê em alguns casos vai ser preciso um exame de imagem, por exemplo, um raio X com contraste do esôfago.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tratamento e Recomendações:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O refluxo fisiológico vai desaparecer conforme o bebê vai crescendo, mas existem algumas medidas para ajudar no controle:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Elevar a cabeceira do berço;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Nunca deitar o bebê após as mamadas;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Colocar em o bebê em posição 45°, isso é não deitar e não sentar totalmente para não apertar usa barriguinha;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Aumentar a frequência das mamadas e diminuir a quantidade de leite em cada uma delas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Lembrando que&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em alguns casos é preciso usar medicações, especialmente nos casos de refluxo patológico. Nesses casos, é imprescindível consultar o pediatra para melhor orientar e ajudar seu bebê.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.sobrematernidade.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Gabi-2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-3295 size-full" title="Refluxo Gastroesofágico em Bebês" src="https://www.sobrematernidade.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Gabi-2.jpg" alt="Refluxo Gastroesofágico em Bebês" width="242" height="304" srcset="https://www.sobrematernidade.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Gabi-2.jpg 242w, https://www.sobrematernidade.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Gabi-2-239x300.jpg 239w" sizes="auto, (max-width: 242px) 100vw, 242px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h5 style="text-align: left;"><strong>Beijinhos!</strong></h5>
<p>&nbsp;</p>
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