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	<title>Profissionais Categorias - Sobre Maternidade</title>
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	<description>Experiências e Vivências de uma Mãe</description>
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	<title>Profissionais Categorias - Sobre Maternidade</title>
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	<item>
		<title>Cáries no bebê: transmissão pelo beijo.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Colli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2015 03:29:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assuntos de Mãe]]></category>
		<category><![CDATA[Participações]]></category>
		<category><![CDATA[Profissionais]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Beijo na boca do bebê]]></category>
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		<category><![CDATA[Doenças bucais no bebê]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Olá mamães! &#160; No post de hoje contamos com a participação especial da Dra. Camilla de Marchi Sanches Azevedo (cirurgia dentista) para falar sobre cáries no bebê. Ela nos trouxe muitas informações interessantes sobre alguns &#8220;hábitos perigosos&#8221; que muitas vezes acabamos descuidando (pelo excesso de amor e de fofura). O post é um alerta para ... <a title="Cáries no bebê: transmissão pelo beijo." class="read-more" href="https://www.sobrematernidade.com.br/caries-no-bebe-transmissao-pelo-beijo/" aria-label="Read more about Cáries no bebê: transmissão pelo beijo.">Ler mais</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1>Olá mamães!</h1>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">No post de hoje contamos com a participação especial da Dra. Camilla de Marchi Sanches Azevedo (cirurgia dentista) para falar sobre cáries no bebê. Ela nos trouxe muitas informações interessantes sobre alguns &#8220;hábitos perigosos&#8221; que muitas vezes acabamos descuidando (pelo excesso de amor e de fofura). O post é um alerta para refletirmos um pouco sobre as nossas manias de beijar os “filhotes” na boca. Confira todos os detalhes!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Desde os primórdios da humanidade o beijo é uma das principais formas de afeto, e quando se trata de bebês vira quase uma compulsão beijar, abraçar, cheirar&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje trataremos sobre um tema um pouco polêmico e que talvez algumas mamães não gostarão! Lembro que o intuito é orientar e alertar sobre algumas doenças que podem ser transmitidas por nós aos pequenos mesmo sem saber. Além disso, abordaremos as cáries no bebê.</p>
<p style="text-align: justify;">A principal doença transmitida dos adultos para os bebês no contato pelo beijo é a cárie! Simmm, cárie dental é transmissível, portanto, eu me sinto no direito de “puxar as orelhas” daqueles que beijam seus bebês na boca.</p>
<p style="text-align: justify;">A Cárie é uma doença infecciosa, transmitida pela saliva, sendo o beijo uma das principais formas de transmissão. As crianças, principalmente de 6 meses a 4 anos, são mais propensas a “contrair” a doença pois nesta fase elas entram em contato com muitas bactérias  e o sistema imunológico ainda não esta totalmente amadurecido .</p>
<p style="text-align: justify;">Uma simples colher contaminada por uma pessoa infectada pelas bactérias da cárie pode abrigar milhares delas. Portanto, o adulto deve evitar compartilhar talheres, até mesmo assoprar a comida ou provar a papinha e utilizar a colher novamente para evitar a transmissão das bactérias para os pequenos. Em uma oportunidade próxima falaremos melhor sobre a cárie nos bebês.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Infelizmente não é só a cárie que pode ser transmitida pelo beijo na boca , existem inúmeras doenças, citarei as principais:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Herpes labial:</h2>
<p style="text-align: justify;">Causada por um vírus, que se manifesta de tempos em tempos e que não tem cura. A Herpes, assim como a cárie pode ser transmitida pelo contato direto ou indireto através de objetos contaminados com o vírus. Como é uma doença que apresenta sintomas clínicos esporadicamente a maioria da população (acredita-se que 90% possua o vírus em forma inativa) não sabe que possui.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Lembrando que</strong> para ser transmitida deve haver lesões herpéticas ativas. Quando há infecção a criança pode apresentar febre, irritabilidade, dor e coceira na região afetada, o que torna mais difícil a cura, pois as “bolinhas” são carregadas do vírus e se, quando coçada a lesão romper ela pode ser espalhada a outras regiões pela mãozinha contaminada com o vírus.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">AIDS:</h2>
<p style="text-align: justify;">Doença causada por um vírus que diminui drasticamente as defesas do corpo, deixando-o vulnerável a uma série de doenças. Neste caso, a AIDS pode ser transmitida pelo beijo na boca, somente se houver cáries ou feridas nos lábios ou no interior da boca.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Sífilis:</h2>
<p style="text-align: justify;">Uma doença de difícil tratamento, que pode levar a complicações como meningite, doença renal e outras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Mononucleose (também é conhecida como “doença do beijo”):</h2>
<p style="text-align: justify;">Causada por um vírus que se instala no organismo, e assim como a herpes, permanece no indivíduo a vida toda. As formas de transmissão são as mesmas, beijo, o habito de compartilhar objetos, saliva, etc. Esta doença pode levar a complicações sérias no fígado, faringe e gengiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Salientando que</strong>, como estas doenças podem ser transmitidas pelo beijo, a melhor forma de evitar o contágio é não beijar a criança nos lábios, não compartilhar talheres e etc.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">As doenças e o tema das cáries no bebê foram descritas de forma resumida, havendo quaisquer dúvidas estou à disposição.</p>
<p><a href="https://www.sobrematernidade.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Camila1.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5632" src="https://www.sobrematernidade.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Camila1-650x268.jpg" alt="Camila" width="720" height="297" /></a></p>
<h5>Beijinhos!</h5>
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		<title>Refluxo Gastroesofágico em Bebês</title>
		<link>https://www.sobrematernidade.com.br/doenca-do-refluxo-gastroesofagico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Colli]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2015 16:19:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Participações]]></category>
		<category><![CDATA[Profissionais]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Refluxo Gastroesofagico]]></category>
		<category><![CDATA[Refluxo no Bebe]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje vamos iniciar a série &#8220;Participações Profissionais&#8221; com algumas informações básicas  e muito interessantes sobre o tão famoso Refluxo Gastroesofágico (relatarei minha experiência num próximo post). Quem nos enviou essa reportagem foi a querida Dra. Gabriela Breitenbach dos Santos, formada em medicina pela Universidade Federal do Rio Grande (FURG). &#160; Refluxo Gastroesofágico em Bebês &#160; O ... <a title="Refluxo Gastroesofágico em Bebês" class="read-more" href="https://www.sobrematernidade.com.br/doenca-do-refluxo-gastroesofagico/" aria-label="Read more about Refluxo Gastroesofágico em Bebês">Ler mais</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Hoje vamos iniciar a série &#8220;Participações Profissionais&#8221; com algumas informações básicas  e muito interessantes sobre o tão famoso Refluxo Gastroesofágico (relatarei minha experiência num próximo post). Quem nos enviou essa reportagem foi a querida Dra. Gabriela Breitenbach dos Santos, formada em medicina pela Universidade Federal do Rio Grande (FURG).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4 style="text-align: justify;"><strong>Refluxo Gastroesofágico em Bebês</strong></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que é?</strong></p>
<p>É o retorno do conteúdo gástrico para o esôfago, ou seja, o alimento faz o caminho contrário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Existe dois tipos de refluxo um fisiológico e outro patológico:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>refluxo fisiológico</strong> acontece porque o trato gastrointestinal do bebê ainda está se desenvolvendo. Ele é ocorre em mais de 50% dos bebês nos primeiros meses de vida e não é uma doença. Ele melhora sozinho conforme o bebê cresce por volta 6 a 12 meses. Os vômitos não são muito volumosos, acontecem logo após as mamadas e o bebê tem ganho de peso adequado.</p>
<p style="text-align: justify;">Já o<strong> refluxo patológico</strong>, são regurgitações que chegam afetar a saúde do bebê e acontece em 8% dos bebês. Tem algumas características que precisamos cuidar e procurar o pediatra: Bebê não está ganhando peso, chora sempre após as mamadas, recusa a mamada. Alguns bebês chegam a ter problemas respiratórios de tanto vomitar.</p>
<p style="text-align: justify;">Existe ainda o<strong> refluxo oculto</strong> que não apresenta os sintomas clássicos como vômitos e regurgitações, fato que torna o diagnóstico mais difícil, pois os sintomas são inespecíficos como irritabilidade, choro constante, tosse, dentre outros.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como é feito o diagnóstico?</strong></p>
<p>O diagnóstico do refluxo é clínico isso quer dizer que o médico avalia os dados da história e do exame físico do bebê em alguns casos vai ser preciso um exame de imagem, por exemplo, um raio X com contraste do esôfago.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tratamento e Recomendações:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O refluxo fisiológico vai desaparecer conforme o bebê vai crescendo, mas existem algumas medidas para ajudar no controle:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Elevar a cabeceira do berço;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Nunca deitar o bebê após as mamadas;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Colocar em o bebê em posição 45°, isso é não deitar e não sentar totalmente para não apertar usa barriguinha;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Aumentar a frequência das mamadas e diminuir a quantidade de leite em cada uma delas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Lembrando que&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em alguns casos é preciso usar medicações, especialmente nos casos de refluxo patológico. Nesses casos, é imprescindível consultar o pediatra para melhor orientar e ajudar seu bebê.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.sobrematernidade.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Gabi-2.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-3295 size-full" title="Refluxo Gastroesofágico em Bebês" src="https://www.sobrematernidade.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Gabi-2.jpg" alt="Refluxo Gastroesofágico em Bebês" width="242" height="304" srcset="https://www.sobrematernidade.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Gabi-2.jpg 242w, https://www.sobrematernidade.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Gabi-2-239x300.jpg 239w" sizes="(max-width: 242px) 100vw, 242px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h5 style="text-align: left;"><strong>Beijinhos!</strong></h5>
<p>&nbsp;</p>
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