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	<title>Relatos de um pai Tags - Sobre Maternidade</title>
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	<description>Experiências e Vivências de uma Mãe</description>
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		<title>Ser pai é padecer no paraíso: Relatos de um pai de primeira viagem!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Colli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2015 02:59:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assuntos de Mãe]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje, no blog “sobre maternidade”, falaremos “sobre paternidade”. A pedido da Aninha, quem irá escrever o post de hoje sou eu, o papai do Francisco! O tema? Ser pai é padecer no paraíso: Relatos de um pai de primeira viagem! Já que faz um ano que ele nasceu [o Chiquinho], achei interessante fazer um breve relato ... <a title="Ser pai é padecer no paraíso: Relatos de um pai de primeira viagem!" class="read-more" href="https://www.sobrematernidade.com.br/ser-pai-e-padecer-no-paraiso-relatos-de-um-pai-de-primeira-viagem/" aria-label="Read more about Ser pai é padecer no paraíso: Relatos de um pai de primeira viagem!">Ler mais</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Hoje, no blog “sobre maternidade”, falaremos “sobre paternidade”. A pedido da Aninha, quem irá escrever o post de hoje sou eu, o papai do Francisco! O tema? Ser pai é padecer no paraíso: Relatos de um pai de primeira viagem!</p>
<p style="text-align: justify;">Já que faz um ano que ele nasceu [o Chiquinho], achei interessante fazer um breve relato das mudanças sentidas na minha própria pele.<br />
Seguindo o clichê, ser pai (também) é padecer no paraíso. Mas engana-se quem pensa que a nova etapa da paternidade inaugura-se com o nascimento (e toda aquela sensação de pânico por nunca ter trocado uma fralda antes). Os “efeitos” da paternidade começam a ser sentidos muito antes. A meu ver, começam no dia em que a sua mulher lhe entrega o exame de gravidez com aquela cara de “vem um beijo ou não?” ou ainda quando ela acorda, faz o tal do teste da fita, e sai gritando do banheiro, enquanto você sonhava, “ESTOU GRÁVIDA! ESTOU GRÁVIDA!”.</p>
<p style="text-align: justify;">Pra quem não espera a notícia, a novidade pode cair como um banho de água fria em um dia de nevasca. Para outros, como é o meu caso, como uma dádiva divina. Mas e aí, passado o tal pavor ou a divina euforia, vem a pergunta que recai sobre todos os pais. Vem a questão das questões, a questão que nem Leonardo da Vinci, Platão, Einstein ou o Sheldon poderiam responder. A pergunta mais intrigante do Universo: “E agora, José”?</p>
<p style="text-align: justify;">E agora segura na mão de Deus e vai, filho, err&#8230;, digo, pai! É preciso ter culhões pra ser pai. Não estou dizendo que a atividade seja trabalhosa a ponto de ser um desprazer. Não é isso. Quero dizer que ser pai é ser “homem” (e não no sentido machista ou preconceituoso do termo). Não. Quero dizer que a paternidade separa “homens” de “garotos”. Em outras palavras, a responsabilidade que recai sobre o “pai fresco” faz com que ele tenha que amadurecer, a marteladas, de um dia pro outro. A paternidade dicotomiza (separa) os “velhos jovens” e os “jovens velhos” dos garotos.</p>
<p style="text-align: justify;">E eu quero explicar porque chego a esta conclusão. Mesmo para os mais indiferentes, a paternidade causa impacto. Não se trata de notícia à la opa, veja, uma pedra! ou <em>just another day in the ordinary life</em> (mais um dia no dia a dia habitual). Não. O “+” no exame de gravidez ou a estridência nos seus tímpanos com a gritaria [lembram do “ESTOU GRÁVIDA!”?] são um soco no estômago dos menos desavisados [pior ainda dos despreparados]. E é esse soco, da mais pura e crua realidade, e da mais profunda e inexplicável essência da vida, que dicotomizará, que separará, os jovens, indiferentes às responsabilidades, e os (velhos) [no sentido etário e no sentido da habitualidade] “aventureiros” dos “homens”.</p>
<p style="text-align: justify;">A paternidade traz consigo um fardo, sim. Para os amantes da máxima liberdade ela traz um fardo maior ainda. Cuidar de um novo ser &#8212; vejam esse novo ser como um pedaço seu (pelo menos 50% de sua constituição) &#8212; exige comprometimento. É preciso saber que esta criança, seu(sua) filho(a), pedaço seu, demanda atenção, demanda tempo, demanda respeito e, mais do que tudo, ela(e) depende do seu amor.</p>
<p style="text-align: justify;">Pelo menos por uns bons anos, enquanto ela não possuir a capacidade de autodeterminação e autoconhecimento, e enquanto ela não dispensar cautela para as funções básicas da vida (comer, beber, caminhar e fazer suas necessidades), a criança precisará de observação dos pais. E neste ponto, a demanda por atenção das crianças durante os primeiros anos irá cercear (reduzir) boa parte da liberdade que os pais tinham.</p>
<p style="text-align: justify;">O choro noturno, matinal e vespertino irão lhe tirar o sono. A necessidade por cuidados básicos lhe impedirão de fazer todas as mesmas coisas que se fazia antes. O egocentrismo e o egoísmo (do “pai fresco”) serão, ao poucos, fragmentados a pauladas. Para aqueles que possuem uma estrutura psíquica adaptável, em uma espécie de amálgama moldável, o sofrimento poderá ser menos traumático. Porém, para os engomadinhos de estrutura egóica centralizadora, talvez seja insuportável. Para o egóico &#8212; e não o egocentrista &#8212;, a simples ideia de descentralização da energia de autopreservação e prazer é inadmissível. É neste ponto que a criança estará à mercê de um pai autoritário, indiferente e, possivelmente, diariamente revoltado.</p>
<p style="text-align: justify;">O cerceamento (redução) da liberdade trazido pela paternidade é, portanto, a meu ver, o maior medo de quem, na idade da maturidade humana, pensa em ter um filho. Será que poderei fazer todas as coisas que faço hoje? Será que terei condições de sustentar-me (inclusive meu ego)? O que acontecerá com a minha liberdade? E as possibilidades de experimentar novas experiências, situações, ou mesmo, pessoas? Continuarei fazendo tudo o que tenho vontade de fazer? Terei tempo pra tanto?</p>
<p style="text-align: justify;">Não há resposta pré-formatada para todas as questões acima. A paternidade é uma experiência pragmática, baseada na experiência. Nâo há método científico que a possa comprovar ou responder. A experiência não é reproduzível em semelhantes condições de local e tempo. Cada ser e cada interrelação (mantida com terceiros), a exemplo da relação pai e filho, é única. Porém, uma delas eu posso responder. A paternidade mitiga (restringe), sim, a sua liberdade. É preciso levantar mais cedo, aprender a trocar fraldas, ser indiferente com saliva, secreções, pedaços de comida e, algumas vezes, excrementos nas suas mãos e roupas. Quando você estiver no auge do prazer e deleite do seu hobby ou lazer, um sonoro “BUÁÁÁ!” lhe desviará a atenção e você terá que “pausar” o seu eu para atender outro pedaço de si mesmo: seu filho. Você está preparado para isso?</p>
<p style="text-align: justify;">Como disse antes, ser pai exige responsabilidade e autoconhecimento. Você terá que cuidar do seu filho, abrindo mão do tempo que dedicaria exclusivamente a si mesmo. É preciso conhecer-se para saber se conseguirá lidar com isso ou mesmo se está disposto a enfrentar esta situação. Se você responder negativamente, sugiro que (re)pense sobre os encargos da paternidade &#8212; se tiver a oportunidade, é claro, porque a surpresa é, não raras vezes, característica da gravidez. Você será o alicerce da vida de outra pessoa. Você doutrinará, para o bem ou para o mal, um semelhante. Você ajudará a moldar o mundo com as atitudes futuras do seu filho, talvez como um agente, como um líder.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"> <a href="https://www.sobrematernidade.com.br/wp-content/uploads/2015/08/amor-de-pai1.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5123 size-full" title="Relatos de um pai de primeira viagem!" src="https://www.sobrematernidade.com.br/wp-content/uploads/2015/08/amor-de-pai1.jpg" alt="Relatos de um pai de primeira viagem!" width="458" height="611" srcset="https://www.sobrematernidade.com.br/wp-content/uploads/2015/08/amor-de-pai1.jpg 458w, https://www.sobrematernidade.com.br/wp-content/uploads/2015/08/amor-de-pai1-225x300.jpg 225w" sizes="(max-width: 458px) 100vw, 458px" /></a><a href="https://www.sobrematernidade.com.br/wp-content/uploads/2015/08/Pai1.jpg"><br />
</a><br />
<strong>Mas, diante de tanto comprometimento e esforço sintetizados em algumas poucas linhas, qual a relação do padecimento da paternidade com o paraíso? Onde o Éden se encaixa em toda esta tarefa sisífica? Ser pai é padecer no paraíso?</strong><br />
Novamente, a paternidade é pragmática. A experiência paterna relatada em palavras, com significantes e significados, seria incapaz de ser representada nos limites da linguagem. É preciso experimentar ser pai [e percebam, não estou sugerindo o aumento da taxa de natalidade].</p>
<p style="text-align: justify;">Da minha breve experiência como pai, desde o dia em que a Ana saiu gritando do banheiro [ESTOU GRÁVIDA! ESTOU GRÁVIDA!], puxando os meus pés na cama, posso lhes dizer, mesmo que por meio de palavras, que a paternidade desvelou-me o sentido da vida. Creio que ao invés de lhes dizer, na expressividade da escrita, o que sinto, seja melhor lhes relatar episódios para que as emoções floresçam individualmente em vocês leitores.</p>
<p style="text-align: justify;">Ser pai é levantar, bem cedo, e ver que seu filho está de pé no berço, há alguns minutos já, esperando você acordar. Quando ele vê que você o viu, ele abrirá um sorriso enorme e terá pequenos chiliques (batendo as mãos, pulando ou dando uma bruta gargalhada) de euforia.</p>
<p style="text-align: justify;">Ser pai é comprovar o jargão “nada é impossível”. Nada é, quando se é pai. Melhor dizendo, vai pai, te vira. Se for preciso, move-se o mundo para proteger ou dar o melhor para os nossos filhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Ser pai é procurar hábitos, sinais e características, físicas e comportamentais, semelhantes aos seus para, enchendo o peito e erguendo a cabeça, dizer: “Bah, igual a mim”.</p>
<p style="text-align: justify;">Ser pai é, mesmo sabendo do alerta dos profissionais da Psicologia, Pediatria e Psiquiatria, projetar nos filhos planos e sonhos que não foram realizados. De manhã, ele será surfista, de tarde, executivo e de noite, <em>skydiver</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Ser pai é saber que o seu maior aliado é a sua esposa. É saber que dividir tarefas não é o mesmo que ser indiferente às agruras da madrugada. É saber que na hora em que você estiver trabalhando, você poderá contar com ela para lhe ajudar na construção de uma excelente educação para o seu filho.</p>
<p style="text-align: justify;">Ser pai é sentir vontade de sair passear com o seu filho e orgulhar-se. É ver no seu filho um sem número de qualidades que você não tem. É saber que, se depender de você, ele terá um futuro promissor.</p>
<p style="text-align: justify;">Ser pai é desejar que o seu filho jogue videogame com você e consiga ser melhor que você em algum MMoRPG da vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Ser pai é receber um sorriso e um abraço forte quando você abre a porta no final da tarde depois de ter perdido uma liminar. Ser pai é sentar no tapete acolchoado do seu filho depois de 10 horas de trabalho e brincar por mais algumas com ele.</p>
<p style="text-align: justify;">Ser pai é saber equilibrar horas de trabalho com horas de vida em família.</p>
<p style="text-align: justify;">Ser pai é viajar com seu filho para um lugar legal e tirar mil fotos dele com a mãe.</p>
<p style="text-align: justify;">É saber que você reproduzirá a experiência a qual você um dia você foi submetido (como filho). É identificar e filtrar o que de bom irá reproduzir e oferecer também. Ser pai é experimentar!<br />
<strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Parabéns a todos os pais, reais ou pretensos, por todo o seu esforço! Somos o alicerce dessa gurizada! Sei da responsabilidade com o futuro deles. Mas também estou ciente da recompensa diária que nos proporcionam e do amor que sentimos por eles.</strong><br />
<strong> Sejamos felizes em nossa tarefa diária paterna. Cada dia é um novo dia de experiência e surpresas!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.sobrematernidade.com.br/wp-content/uploads/2015/08/ss1.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-5127 size-full" title="Relatos de um pai de primeira viagem!" src="https://www.sobrematernidade.com.br/wp-content/uploads/2015/08/ss1.jpg" alt="Relatos de um pai de primeira viagem!" width="640" height="640" srcset="https://www.sobrematernidade.com.br/wp-content/uploads/2015/08/ss1.jpg 640w, https://www.sobrematernidade.com.br/wp-content/uploads/2015/08/ss1-150x150.jpg 150w, https://www.sobrematernidade.com.br/wp-content/uploads/2015/08/ss1-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a></p>
<p><a href="https://www.sobrematernidade.com.br/wp-content/uploads/2015/08/Pai1.jpg"><br />
</a><a href="https://www.sobrematernidade.com.br/wp-content/uploads/2015/08/1.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-5124 size-large" title="Relatos de um pai de primeira viagem!" src="https://www.sobrematernidade.com.br/wp-content/uploads/2015/08/1-768x1024.jpg" alt="Relatos de um pai de primeira viagem!" width="618" height="824" srcset="https://www.sobrematernidade.com.br/wp-content/uploads/2015/08/1-768x1024.jpg 768w, https://www.sobrematernidade.com.br/wp-content/uploads/2015/08/1-225x300.jpg 225w, https://www.sobrematernidade.com.br/wp-content/uploads/2015/08/1.jpg 682w" sizes="(max-width: 618px) 100vw, 618px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p><strong> Um grande abraço!</strong></p>
<h2 style="text-align: justify;">Maci!</h2>
<p>The post <a href="https://www.sobrematernidade.com.br/ser-pai-e-padecer-no-paraiso-relatos-de-um-pai-de-primeira-viagem/">Ser pai é padecer no paraíso: Relatos de um pai de primeira viagem!</a> appeared first on <a href="https://www.sobrematernidade.com.br">Sobre Maternidade</a>.</p>
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