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	<title>Dia a dia de mãe Tags - Sobre Maternidade</title>
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	<description>Experiências e Vivências de uma Mãe</description>
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	<title>Dia a dia de mãe Tags - Sobre Maternidade</title>
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		<title>11 Etiquetas básicas para lidar com uma mãe (ou pai)!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Colli]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2015 04:25:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assuntos de Mãe]]></category>
		<category><![CDATA[Vida de Mãe]]></category>
		<category><![CDATA[Dia a dia de mãe]]></category>
		<category><![CDATA[Ser mãe]]></category>
		<category><![CDATA[Ser pai]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Etiquetas básicas para lidar com uma mãe ou pai! 1- Quando você: ligar, mandar mensagem, tocar o interfone (ou a campainha), mandar um e-mail, deixar uma mensagem de voz e nós não te respondermos no momento, entenda, nós podemos estar: amamentando o bebê, fazendo-o dormir, dormindo com ele, alimentando-o, brincando e várias outras atividades diária ... <a title="11 Etiquetas básicas para lidar com uma mãe (ou pai)!" class="read-more" href="https://www.sobrematernidade.com.br/11-etiquetas-basicas-para-lidar-com-uma-mae-ou-pai/" aria-label="Read more about 11 Etiquetas básicas para lidar com uma mãe (ou pai)!">Ler mais</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">Etiquetas básicas para lidar com uma mãe ou pai!</span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff00ff; font-size: 18pt;"><strong>1-</strong> </span>Quando você: ligar, mandar mensagem, tocar o interfone (ou a campainha), mandar um e-mail, deixar uma mensagem de voz e nós não te respondermos no momento, entenda, nós podemos estar: amamentando o bebê, fazendo-o dormir, dormindo com ele, alimentando-o, brincando e várias outras atividades diária da vida de uma mãe.<br />
<strong>Nós não estamos lhe ignorando em momento algum, apenas estamos ocupadas</strong> fazendo algo realmente importante ou que merece a nossa total atenção. Então, mande outra mensagem, ligue mais tarde ou espere nossa resposta, certo?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Observação:</strong> Se acaso nos esquecermos de responder alguma mensagem ou retornar alguma ligação, por favor, nos escreva novamente e não fique chateado. Depois que nos tornamos mães nossa memória fica “um pouco prejudicada”, pois muitas vezes só lembramos e pensamos nas coisas dos nossos filhos e esquecemos do resto do mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff00ff; font-size: 18pt;"><strong>2-</strong> </span>Se um dia você nos ligar as 15:00 horas (ou qualquer outro horário “comercial”) e estivermos dormindo, lembre-se antes de nos julgar: <strong>Enquanto você estava dormindo a noite, nós estávamos acordadas!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff00ff; font-size: 18pt;"><strong>3-</strong> </span>Se um dia você se irritar com o choro de um bebê ou gritos de uma criança em um restaurante e ousar pensar: “por que esses pais não fazem nada ou não vão embora se não conseguem controlar essa criança?”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Lembre-se:</strong> pode ser que aquela família não sai de casa ou janta fora a mais de um ano ou meses. Você tem certeza que deseja mandá-los para casa? <strong>Que tal respeitar e deixar essa família em paz sem aqueles olhares maldosos de quem ainda não tem filhos</strong> (e um dia vai “pagar pela boca malvada” ou como se diz: “cuspir pra cima”)!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff00ff; font-size: 18pt;"><strong>4-</strong> </span>Se um dia você chegar na nossa casa sem avisar e nos encontrar de pijama, descabeladas e cheias de olheiras, saiba que nós vamos ODIAR isso, então, <strong>avise antes de vir </strong>(assim, você também não corre o risco de acordar o bebê)!<br />
E porque ficamos assim se odiamos: tenha um bebê e cuide sozinha ou exclusivamente dele para descobrir! Vida de mãe é assim mesmo: pijamas se tornam aliados, “rabicós” ou presilhas amigas e maquiagem luxo (exagerando um pouco hehe)!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff00ff; font-size: 18pt;"><strong>5-</strong> </span>Se um dia você nos convidar para jantar ou sair e a gente falar que não pode, pois o nosso filho dorme cedo ou porque <strong>estamos cansados, acredite, nós estamos mesmo!</strong> Respeitem os &#8220;recém-pais&#8221;, por favor!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff00ff; font-size: 18pt;"><strong>6-</strong> </span>Se um dia você estiver doente, com gripe ou simplesmente “veio da rua” com as mãos sujas e nós pedirmos educadamente (seria melhor se não precisasse pedir) para você lavar as mãos antes de brincar ou tocar no bebê, entenda antes de se chatear: os bebês são muito suscetíveis a qualquer doença e cuidados simples evitam muitos desgastes e sofrimento para os pais. Então,<strong> lave as mãos, não espirre no bebê e dependendo da idade e do seu estado de saúde não beije (o rosto e as mãos também), combinado?</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff00ff; font-size: 18pt;"><strong>7-</strong></span> Antes de falar (a bobagem) que uma mãe ou um pai ama demais, abraça demais, beija demais, da carinho demais e colo demais para um filho, primeiro: <strong>se informe melhor</strong> e segundo: tenha um filho e aja apenas com o seu coração!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18pt; color: #ff00ff;"><strong>8-</strong></span> Sobre “pitacos” chatos (aqueles que não acrescentam) eu não preciso falar nada, certo?<strong> NÃO DE PITACOS</strong> (apenas se ele for realmente útil)!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #ff00ff; font-size: 18pt;">9-</span> </strong>Se um dia você perguntar para um casal de amigos se eles conhecem tal série de TV ou filme e eles falarem: NÃO! Não pense: “em que mundo eles vivem?” apenas saiba:<strong> no mundo dos filhos, onde tempo livre significa: descanso!</strong></p>
<p><span style="color: #ff00ff; font-size: 18pt;"><strong>10-</strong></span> Jamais fale: “você que não trabalha” ou “<strong>você que SÓ trabalha em casa</strong>” ou pior “como você aguentar ficar 6 meses em casa <strong>SEM FAZER NADA</strong> com o seu filho?”. E entenda: mães não param 1 segundo do dia, trabalham mais do que você imagina e durante 24 horas (e mesmo assim é a melhor coisa desse mundo!). Ainda preciso explicar porque essas frases são desnecessárias e chatas?</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18pt; color: #ff00ff;"><strong>11-</strong> </span>Se um dia você se irritar com algum amigo seu, pois ele posta 100 fotos do filho por dia ou comemora cada mês que o bebê completa ou ainda fica lhe contando pequenas conquistas do seu bebê e você acha isso muito chato, saiba: u<strong>m dia você também será pai ou mãe e vai ser tão “bobo” e apaixonado pelo seu filho como nós, então, releve!</strong> Daqui a pouco é você nesse barco cheio de fraldas, amor e extrema felicidade!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Para descontrair, para pensar, para mudar!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h5 style="text-align: justify;">Beijinhos!</h5>
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		<title>Mães não são perfeitas!</title>
		<link>https://www.sobrematernidade.com.br/maes-nao-sao-perfeitas-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Colli]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Aug 2015 03:31:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assuntos de Mãe]]></category>
		<category><![CDATA[Vida de Mãe]]></category>
		<category><![CDATA[Criação com apego]]></category>
		<category><![CDATA[Dia a dia de mãe]]></category>
		<category><![CDATA[Mães]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade real]]></category>
		<category><![CDATA[sentimentos de mãe]]></category>
		<category><![CDATA[Ser mãe]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não canso de ler e ler e cansar de ler milhões de regras de como uma mãe deveria agir, ser ou fazer. Sempre existe alguém pronto para ditar o que é certo e o que é errado. A cada dia surgem novos estudos e novas fórmulas mágicas de como criar filhos mais inteligentes, mais fortes, ... <a title="Mães não são perfeitas!" class="read-more" href="https://www.sobrematernidade.com.br/maes-nao-sao-perfeitas-2/" aria-label="Read more about Mães não são perfeitas!">Ler mais</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Não canso de ler e ler e cansar de ler milhões de regras de como uma mãe deveria agir, ser ou fazer. Sempre existe alguém pronto para ditar o que é certo e o que é errado. A cada dia surgem novos estudos e novas fórmulas mágicas de como criar filhos mais inteligentes, mais fortes, mais criativos, mais saudáveis e sabe de uma coisa? Isso (me desculpem o termo) “ECHE O SACO”!</p>
<p style="text-align: justify;">A sensação que eu tenho é de que o mundo está buscando mães e filhos perfeitos e então, eu me pergunto: existe perfeição? Será que não são apenas pontos de vista diferentes ou personalidades diferentes? Enfim, pessoas diferentes criando seus filhos a seus modos?</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das coisas mais óbvias que existe é que a nossa personalidade e “o nosso jeito particular de ser” refletem de alguma forma na mãe que nos tornamos, é natural, é da nossa natureza! Não podemos mudar quem nós somos apenas porque nos tornamos mães!</p>
<p>Eu sou aquela mãe meio neurótica, meio mandona e cheia de regras (comigo mesma) .</p>
<p style="text-align: justify;">Eu sou aquela mãe que se sente culpada por não ter feito um almoço perfeito no meio da correria.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu sou aquela mãe real, meio contraditória, que durante o dia come legumes e verduras com o filho e a noite se “entope” de chocolate.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu sou aquela mãe que depois que o filho dorme fica olhando as 50 fotos que tirou dele durante o dia e sente muita saudade, mesmo depois de ter passado o dia todo juntinho.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu sou aquela mãe que fica a noite toda acordada durante os dias de febre ou dorme e acorda a cada minuto para ver se a febre voltou.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu sou aquela mãe que faz coleção de pratinhos, colheres e copinhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu sou aquela mãe que às vezes deixa o filho assistir o desenho que ele quiser para ter uns minutinhos de paz.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu sou aquela mãe que corre loucamente quando percebe que o filho irá cair, se joga no chão, bate o joelho, mas o segura! E claro, se sente uma leoa por tê-lo salvado!</p>
<p style="text-align: justify;">Eu sou aquela mãe que continua cantando as musiquinhas do seu filho mesmo depois que ele vai dormir (e às vezes “se pega” comendo o final da sua janta).</p>
<p style="text-align: justify;">Eu sou aquela mãe que conta para as outras pessoas cheia de orgulho que o filho conseguiu acertar a bolinha no buraco certo do brinquedo (mesmo sabendo que a maioria não entenderá como isso é incrível!).</p>
<p style="text-align: justify;">Eu sou aquela mãe que sofre pensando que um dia o seu colo não será mais o melhor e mais aconchegante desse mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu sou aquela mãe que prefere dar e comprar qualquer coisa para o filho do que para ela mesma (mas, também que adora ganhar presentes!).</p>
<p style="text-align: justify;">Eu sou aquela mãe que às vezes (mesmo que mentalmente) implora por uns minutos de paz, um chá e simplesmente silêncio, mas quando sai sozinha (mesmo que por minutos) sente que algo está faltando.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu sou aquela mãe que não consegue imaginar como seria a vida um dia longe do filho e sente toda a responsabilidade do mundo em suas costas, pois sabe que o filho É SEU.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu sou aquela mãe que imagina como será a primeira namorada do seu filho, se ela será legal, se ela fará as coisas que ele gosta. Como serão seus amigos? Que faculdade fará? Como será?</p>
<p style="text-align: justify;">Eu sou aquela mãe que sofre, chora e fica muito mal quando lê, ouve ou assiste qualquer história ruim envolvendo bebês.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu sou aquela mãe que precisa de elogios, precisa se sentir bonita e valorizada como qualquer mulher.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu sou aquela mãe que ri dela mesma, que sai correndo pela casa cantando e pulando com o filho no colo só para ver ele sorrir.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu sou aquela mãe que gosta de carinhos e momentos sozinhos com o seu amor.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu sou aquela mãe que mesmo dormindo &#8220;super pouco&#8221; em uma noite no outro dia levanta sorrindo pronta para outra.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu sou aquela mãe que se preocupa se o seu filho sentirá frio durante a madrugada e levanta da cama apenas para cobri-lo (mesmo sabendo que ele irá se descobrir em segundos).</p>
<p style="text-align: justify;">Eu sou aquela mãe que ama dormir juntinho.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu sou aquela mãe que não liga para as bobagens que as pessoas mal informadas falam: “se der colo vai mimar”, “precisa deixar chorando para aprender”, e outros mil etc.</p>
<p>Eu sou aquela mãe comum, que cuida, que lava, que cria, que faz bagunça, que chora, que cozinha, que ama, que sorri, que ajuda, que esquece, que precisa, que perde a hora, que dá carinho, que levanta cedo, que cansa, que bagunça, que arruma, que gasta, que ganha, que trabalha, que descansa. Enfim, aquela mãe que da a vida pelo seu filho e mesmo imperfeita é a melhor mãe que o seu filho poderia ter!</p>
<p><strong>E como diz a musiquinha “do” Francisco: “somos diferentes, o mundo é assim!</strong>”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Até mais!</h4>
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		<title>14 mudanças e descobertas após me tornar mãe!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Colli]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2015 05:21:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assuntos de Mãe]]></category>
		<category><![CDATA[Vida de Mãe]]></category>
		<category><![CDATA[Coisas que eu mudei]]></category>
		<category><![CDATA[Depois que os filhos nascem]]></category>
		<category><![CDATA[Dia a dia de mãe]]></category>
		<category><![CDATA[Mudanças no pós parto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando Julho iniciou, comecei a refletir muito, pois daqui a um mês o Francisco completa 1 ano de vida e eu de mãe! Hoje escrevi um pouco sobre algumas mudanças e descobertas que ocorreram na minha vida e em mim nesse período. E quero dividir todas elas com vocês! Vamos às mudanças e descobertas após me tornar ... <a title="14 mudanças e descobertas após me tornar mãe!" class="read-more" href="https://www.sobrematernidade.com.br/14-mudancas-e-descobertas-apos-me-tornar-mae/" aria-label="Read more about 14 mudanças e descobertas após me tornar mãe!">Ler mais</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando Julho iniciou, comecei a refletir muito, pois daqui a um mês o Francisco completa 1 ano de vida e eu de mãe! Hoje escrevi um pouco sobre algumas mudanças e descobertas que ocorreram na minha vida e em mim nesse período. E quero dividir todas elas com vocês! Vamos às mudanças e descobertas após me tornar mãe!</p>
<h1 style="text-align: justify;">1- Comecei a valorizar mais o meu tempo:</h1>
<p style="text-align: justify;">Logo que o Francisco nasceu uma das coisas que eu mais senti falta e estranhei foi a falta de tempo para fazer as coisas que eu gosto e as coisas que eu preciso. Quando eu ainda não era mãe, eu trabalhava o dia todo fora, cuidava dos meus gatos impecavelmente, limpava a casa e deixava 100% organizada (sempre tive mania de organização). Cozinhava coisas diferentes todos os dias, praticava vários <em>hobbies</em> e eu sempre encontrava tempo para qualquer coisa.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois que eu me tornei mãe descobri que muitas coisas teriam que ficar de lado e até mesmo as mais simples se tornariam um evento. Depois que os filhos nascem a gente não tem mais o mesmo tempo, é inevitável precisamos nos adaptar a uma nova rotina. No início isso causa um impacto grande, de um dia para outro começar a se dedicar 100% a outro alguém e passar a viver em segundo plano (principalmente nos primeiros meses), não é tão fácil ou simples como parece.</p>
<p style="text-align: justify;">Conforme o tempo foi passando eu aprendi a me organizar, me adaptei a essa nova rotina e hoje a falta de tempo não me incomoda mais. Eu passei a valorizar cada segundo do meu dia, até mesmo as coisas mais simples passaram a ser coisas incrível como, tomar banho, cozinhar ou comer uma comida quentinha, o momento a sós com o marido, enfim tudo que eu puder fazer sozinha e por mim mesma.</p>
<p style="text-align: justify;">Sentir falta do tempo que tínhamos é normal, sentir vontade ficar um pouco sozinha é humano. Nada disso significa que não gostamos dos nossos filhos ou que cansamos deles, pelo contrário, nos dedicamos com tanto amor que acabamos nos esquecendo. É super saudável reservar um tempo para nós, para apenar ser mulher, filha ou esposa.</p>
<h2></h2>
<h1 style="text-align: justify;"><strong>2- Descobri que dormir é importante:</strong></h1>
<p style="text-align: justify;">Eu nunca na minha vida valorizei muitas e seguidas horas de sono, eu só descobri como isso é importante depois que o Francisco nasceu, pois no meu mundo dormir sempre foi perda de tempo. Desde que eu sou criança eu durmo muito tarde (tipo 3, 4, 5 da manha, mesmo precisando levantar as 6 ou 7 da manha- Observe que horas eu publiquei esse Post hehe). Era (e é) na madrugada que a minha criatividade aflora, seja para estudar, escrever, assistir, pesquisar, organizar (a louca que arruma o guarda roupa as 3:00 da manha), certo mãe?</p>
<p style="text-align: justify;">Depois que o Francisco nasceu eu sofri com isso, pois quando “sobrava” qualquer tempo livre eu tinha que escolher entre dormir ou fazer algo que eu gostava e no nível de cansaço que eu estava eu ia dormir. Depois do 4º mês do Francisco (onde ele começou a dormir a noite toda, falo mais sobre isso <a href="https://www.sobrematernidade.com.br/como-ensinar-o-bebe-a-dormir-a-noite-toda/" target="_blank">aqui</a>)  eu comecei a voltar a ter tempo para mim e aos poucos adaptei novas atividades. Não chego a dormir 8 horas por dia (novamente por opção), mas com certeza durmo mais do que antes e entendo o valor de uma boa noite de sono.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1 style="text-align: justify;">3- Me tornei menos imediatista:</h1>
<p style="text-align: justify;">Já ouvi muitas mamães falando que vivem em estado de “nervos”, mas por mais engraçado que pareça depois que o Francisco nasceu eu “relaxei”. Sinto que eu tenho tudo que desejei, que a minha vida agora está completa com ele. Todas as coisas boas que acontecem é como se fosse “lucro”. Tenho muitos sonhos e objetivos claro, mas agora eu não me estresso pensando quando irão acontecer ou tentando antecipar as coisas, eu apenas vivo. Sempre fui muito imediatista, sofria até quando alguma coisa que eu queria demorava para acontecer, mas depois que ele nasceu isso mudou totalmente. Hoje, eu vivo um dia de cada vez, sem ansiedade, menos estres, mais cansada e muito mais feliz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1 style="text-align: justify;">4- Tornei-me mais emotiva:</h1>
<p style="text-align: justify;">Essa eu acredito que a maioria das mamães irá se identificar. Choro assistindo propaganda de banco (de sabão em pó, de leite), enfim, qualquer uma que tenha bebês, mamães e famílias. Choro lendo história sobre outras famílias, as vezes eu choro só de olhar para o Francisco fazendo algo novo ou não. Eu choro e fico muito triste quando leio alguma história envolvendo bebês, sinto raiva e até ódio muitas vezes. Resumindo: Depois que eu me tornei mãe eu me tornei uma chorona hehe&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1 style="text-align: justify;">5- Aprendi a dar valor para o que realmente é necessário:</h1>
<p style="text-align: justify;">Antes de ser mãe eu sempre sonhei e imaginei as coisas que iria ensinar para o meu filho, depois que ele nasceu eu percebi que quem mais aprende nessa relação sou eu. Passei a valorizar e dar importância apenas para o que realmente é necessário e interessante para a minha família. Descobri que aparências são apenas aparências e a minha vida não irá mudar se eu não estiver com o cabelo e a maquiagem impecáveis todos os dias (quem é mãe <em>fulltime</em> vai entender isso).</p>
<p style="text-align: justify;">Me tornei uma pessoa mais compreensiva e tolerante. Sinto que estou conseguindo ser aquela que o coração manda, não apenas a razão ou a necessidade. Sinto que amadureci muito, que hoje sou quem eu sempre quis ser.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1 style="text-align: justify;">6- Entendi a minha mãe:</h1>
<p style="text-align: justify;">Simplesmente hoje eu entendo tudo que ela já me disse na vida. E a cada dia que passa agradeço mais a Deus por ter uma mãe tão incrível e guerreira como a minha. Tenho certeza que foi com ela que eu aprendi a ser a mãe que eu sou hoje. Obrigada mãe!</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4 style="text-align: justify;"></h4>
<h1 style="text-align: justify;">7- “Mordi a Língua”:</h1>
<p style="text-align: justify;">Quem nunca falou aquela frase: “eu nunca vou fazer isso quando eu for mãe!”. Sabe o que? Pura Bobagem! Aprendi que na prática é tudo diferente e hoje eu cuido muito para não julgar outra mãe. Posso até dar a minha opinião ou dividir a minha experiência, mas eu acredito sinceramente que cada mãe sabe o que é melhor para o seu filho e ponto (sempre falo isso).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1 style="text-align: justify;"><strong>8- Comecei a valorizar mais a minha saúde: </strong></h1>
<p style="text-align: justify;">Antes do Francisco nascer eu nunca havia parado para pensar na importância da minha saúde, eu me cuidava, ia ao médico, mas não pensava nisso com frequência. Hoje, eu rezo todos os dias para Deus me proteger e me dar uma vida longa, pois eu preciso e quero cuidar do meu filho. Quero poder dar o amor e ser a mãe que ele merece. Eu sei o quanto eu sou importante para ele e quero sempre estar ao seu lado. Neuroses de mãe!</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1 style="text-align: justify;"> <strong>9- Aceitei a bagunça:</strong></h1>
<p style="text-align: justify;">Quem tem filhos sabe que bagunça faz parte, que a sala vira um <em>playground</em>, lotada de brinquedos, que a louça as vezes fica suja, que as roupas acumulam, e assim segue. No início isso me irritava e incomodava muito, pois sempre fui muito maníaca por organização e limpeza. Hoje eu aprendi que aonde tem crianças tem bagunça, é inevitável, só nos resta aceitar e controlar da forma que conseguimos. Isso faz parte do nosso dia a dia de mãe!</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1 style="text-align: justify;">10- Descobri que valorizar-se faz toda a diferença:</h1>
<p style="text-align: justify;">Logo depois que o bebê nasce muitas mulheres demoram para voltar as suas formas antigas e outras simplesmente não voltam. Eu demorei 7 meses para emagrecer todos os quilos que adquiri na gravidez. Logo no início eu me sentia muito mal com isso, mas depois eu percebi que é normal, faz parte da vida, da mudança.</p>
<p style="text-align: justify;">Descobri que é importante aceitar e valorizar a mulher que nos tornamos, independente das marcas que ficaram, afinal elas fazem parte da nossa história. É essencial  trabalhar e cuidar da nossa auto estima, se olhar no espelho e se sentir bem. É importante se valorizar para ser feliz e emocionalmente saudável! (Escrevi um Post bem interessante sobre isso, <a href="https://www.sobrematernidade.com.br/a-mulher-que-eu-me-tornei/" target="_blank">clique aqui</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1 style="text-align: justify;">11- Sinto mais medo:</h1>
<p style="text-align: justify;">Depois que o Francisco nasceu eu sinto mais medo da maldade do homem, das crises, das doenças, da falta de educação e compreensão das pessoas. Muitas preocupações novas surgiram e eu sei que isso é normal, qual mãe/pai que não se preocupa com o futuro e o bem estar do seu filho?</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, depois de algumas febres, de alguns dentinhos, de alguns tombos, de alguns sustos eu já me sinto mais preparada para lidar com as diversas situações do dia a dia. Medo a gente sempre sente, independente de ser uma pessoa segura ou não, faz parte de SER humano, de ser pai e mãe.</p>
<p style="text-align: justify;">Para controlar esses medos eu procuro sempre confiar em Deus (cada um tem as suas crenças ou um ser em quem confia, mas o importante é ter fé e acreditar em algo).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1 style="text-align: justify;">12- Descobri que reclamar às vezes ajuda:</h1>
<p style="text-align: justify;">E faz parte! Pessoas do bem (e maldosas também), um recado: Quando você ouvir uma mãe reclamando de que está cansada ou de qualquer outra coisa, entenda, ela não está reclamando do filho, ok? E sim como qualquer outro ser humano da rotina, do cansaço, buscando atenção, etc. Nós podemos e devemos falar sobre o que sentimos, não somos diferentes e nem estamos sendo mal agradecidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1 style="text-align: justify;">13- Descobri que o meu “coração” não é mais meu:</h1>
<p style="text-align: justify;">Agora ele pertence ao meu filho! Descobri que existe uma pessoa mais importante que tudo nesse mundo, pela qual eu faço qualquer coisa. Ser mãe não existe explicação, é o amor mais forte, mais puro e intenso que existe, só sentindo e vivendo para entender. E por sentir tudo isso eu não consigo entender as “mães” que maltratam, me sinto muito, mais muito triste em saber que infelizmente elas existem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1 style="text-align: justify;">14- Me tornei a pessoa mais feliz e agradecida desse mundo!</h1>
<p style="text-align: justify;">Aprendi a agradecer muito mais do que pedir! Descobri a minha verdadeira “vocação”, descobri o que é viver intensamente todos os dias. Descobri o que é fechar os olhos na cama à noite e me sentir completa!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Depois que os nossos filhos nascem, nós mudamos, nós crescemos, amadurecemos, nos tornamos muito melhores e até mesmo diferentes. Nossa vida, nossa casa, nosso mundo vira de “pernas para o ar”, mas com certeza ser mãe é a melhor coisa da vida, é amar e ser amado todos os dias!</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5 style="text-align: justify;">Beijinhos!</h5>
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